Preço do metro quadrado em São José dos Campos chega a R$ 9,6 mil e lidera ranking no interior de SP

O preço do metro quadrado residencial em São José dos Campos foi o mais alto entre as cidades do interior paulista incluídas no Índice FipeZAP, segundo levantamento divulgado em 21 de outubro de 2026.

A pesquisa considera valores anunciados para venda de imóveis residenciais. Os preços publicados nos anúncios não correspondem necessariamente aos valores finais das negociações.

O dado se refere a setembro de 2026 e interessa a quem planeja comprar a casa própria em São José dos Campos. No período, os imóveis da cidade também registraram valorização em diferentes recortes.

preço do metro quadrado em São José dos Campos

Além da posição de São José dos Campos, o levantamento permite comparar o mercado local com o de Santos, Campinas, São José do Rio Preto e Ribeirão Preto. A notícia aborda ainda a evolução dos preços e os limites da metodologia baseada em anúncios.

Comparação do preço por metro quadrado entre cidades do interior paulista

Na comparação do preço do metro quadrado em São José dos Campos com outros municípios, Santos registrou R$ 8.606 por metro quadrado em setembro, enquanto Campinas chegou a R$ 8.184, segundo o Índice FipeZAP.



Entre as demais cidades incluídas no levantamento, São José do Rio Preto teve preço de R$ 6.075 por metro quadrado. Em Ribeirão Preto, o valor registrado foi de R$ 5.357.

Os números colocam Santos e Campinas acima de São José do Rio Preto e Ribeirão Preto na comparação. O recorte reúne cinco cidades paulistas, com valores residenciais referentes ao mesmo mês.

Valorização dos imóveis e critérios considerados pelo Índice FipeZAP

Os imóveis residenciais de São José dos Campos tiveram valorização de 9,64% no intervalo de 12 meses até setembro de 2026, de acordo com o Índice FipeZAP. No acumulado de 2026 até aquele mês, a alta foi de 7,09%.

Os percentuais indicam a variação dos preços em dois períodos diferentes: os 12 meses anteriores e os meses já transcorridos de 2026. Ambos se referem aos imóveis residenciais da cidade acompanhados pelo levantamento.

A base do índice considera imóveis residenciais anunciados para venda. Assim, os valores refletem os preços pedidos nos anúncios e não necessariamente o montante efetivamente pago ao final de cada negociação.



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